segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Cultura - 4o. Bimestre

A cantora Nina Wirtti e o bandolinista Luis Barcelos fizeram um show de músicas brasileiras, com destaque para o samba e o choro. A dupla gaúcha já toca há alguns anos, e deve lançar em breve um disco de músicas inéditas.  

Para a cantora, participar do Micsul é uma oportunidade de conhecer novos artistas e difundir seu trabalho". "Para a gente, que não tem um nome tão reconhecido no Brasil, nem na América Latina, é uma oportunidade para o nosso trabalho e também para sermos parte desse movimento que visa essa maior integração cultural entre os países da região. Acreditamos que podemos trocar muito culturalmente", diz Nina.  

O Circo Girassol, de Porto Alegre (RS), mostrou uma performance misturando teatro, dança e acrobacias, no espetáculo Vertigens. Uma das integrantes do grupo, Débora Rodrigues, diz que a presença no evento em Bogotá é uma excelente oportunidade para levar o trabalho para outras culturas. "A gente viaja pelo Brasil, mas essa é a primeira oportunidade de levar para fora do país, para outras pessoas saberem o que é feito na nossa pesquisa lá no Sul. É uma excelente oportunidade", afirma.  

O grupo de dança #Passinho, do Rio de Janeiro, levou alegria e muita música brasileira, com destaque para o funk, frevo e hip hop para o público colombiano. O dançarino GN Fabuloso, integrante do grupo, diz que, em pouco mais e um ano, eles se apresentaram em vários estados brasileiros e em outros países. Ele se emociona ao ver o reconhecimento do trabalho.  

"A gente dança há nove, dez anos, e isso veio acontecer com a gente de um ano para cá, de viagens, de se hospedar em hotéis. É um reconhecimento de poder falar que a gente trabalha com dança".  

Os artistas brasileiros - que se apresentam no Micsul - foram escolhidos por meio de uma curadoria envolvendo o Ministério da Cultura, a Fundação Nacional de Artes (Funarte) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). A seleção observou critérios como linguagem formal e estética, contemporaneidade, presença de traços da cultura brasileira e capacidade de dialogar com o público dos outros países.

Fonte: CRUZEIRO DO SUL

Comentário: Essas apresentações devem ser feitas com mais frequências porque faz com que o povo saiba mais sobre a influencia da cultura no nosso país. Além disso outras pessoas também devem expressar o que sabem sobre a nossa cultura em forma de projetos, danças, músicas, etc. 

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